quinta-feira, 14 de abril de 2011

Curso de Preparação para o Parto


Curso de Preparação para o Parto
Apresentação: curso voltado para preparação da gestante e seu acompanhante para o parto normal, com dicas de como evitar uma cesárea desnecessária e ter uma experiência de parto positiva.
Horários e Dias: O curso é oferecido em um fim-de-semana, sábado e domingo, das 9h às 13h. A carga horária é de 8 horas. Data prevista: 07/05 e 08/05
Local: Rua Cerro Corá, 75 – Alto da Lapa – São Paulo – SP
Preço: R$ 160,00 por casal (ou gestante e seu acompanhante)
Informações Adicionais, reserva de vagas e inscrições: simonecortez@hotmail.com ou 11 7878-5164.
Programa:
  • Desmistificando o Parto: mitos e verdades
  • Como discutir com o médico o que você quer ou não quer no seu parto
  • Anatomia e Fisiologia do Parto
  • Trabalho de parto e Tipos de Parto: dicas práticas para o pai ajudar efetivamente
  • Plano de Parto: escolhas possíveis
  • Vídeo de nascimento

Coordenadora: Simone Cortez - Psicóloga e Educadora Perinatal

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Parto Natural Humanizado

Isso sim que é parto natural! Lindo! Emocionante! Quem tiver alguma dúvida pode me perguntar. Estou trabalhando com gestantes na preparação para o parto. E viva a natureza!


http://celebridades.uol.com.br/ultnot/2011/04/06/filha-de-ana-maria-braga-fala-sobre-os-beneficios-do-parto-domiciliar.jhtm

sexta-feira, 18 de março de 2011

O Desenvolvimento Auditivo do Bebê

Como identificar e estimular um bom desenvolvimento auditivo no seu bebê

Para que haja uma boa aquisição e um bom desenvolvimento na fala e linguagem é necessário que a audição esteja íntegra.
Estudos recentes realizados por pesquisadores da Universidade do Colorado, E.U.A., comprovam que a detecção de alterações auditivas e a intervenção iniciada até os 6 meses de idade, garantem à criança, o desenvolvimento da compreensão e da expressão da linguagem, bem como, o seu desenvolvimento social comparável com as crianças normais da mesma faixa etária.
Por isso, o processo de detecção de alterações auditivas deve começar com a triagem auditiva neonatal – teste da orelhinha, acompanhada do diagnóstico e intervenção precoce. Os primeiros 6 meses de vida são decisivos para o desenvolvimento futuro da criança deficiente auditiva.

Como acontece o processo de desenvolvimento auditivo normal no bebê?
         Esse processo acontece durante o decorrer da vida do bebê e é dividido em algumas etapas:
Pré-natal
Quando atinge a 20ª semana de gestação, o feto humano possui uma espécie de capacidade auditiva. Esta capacidade auditiva irá desenvolver-se e amadurecer ao longo do resto da gravidez. O feto consegue ouvir sons produzidos no exterior do corpo da mãe, embora ouça muito melhor os sons de baixa freqüência do que os sons de alta freqüência
0 a 4 meses
A criança pode assustar-se com sons repentinos. Demonstra-se atenta e pode parar a atividade em resposta a um estímulo auditivo.
4 a 6 meses
Começa a virar a cabeça para o lado do som. Conhece sons familiares.
6 a 9 meses
Surge o balbucio, que é a repetição de sílabas. A criança começa a reconhecer o próprio nome.
9 a 12 meses
A criança já compreende ordens simples. Surgem também as primeiras palavrinhas.
12 a 18 meses
Compreende cerca de 50 palavras e também já aumentou bastante o seu vocabulário. Conhece algumas partes do corpo.
2 anos
Já se comunica predominantemente através da fala. Constrói frases de no mínimo 2 elementos, conhece partes do corpo, gosta de música e de ouvir histórias.
3 e 4 anos
Usa frases mais complexas, e consegue expressar melhor as suas necessidades. Consegue narrar um fato ocorrido com perfeição. As trocas articulatórias devem estar diminuindo nesta fase.
5 anos
Tem perfeito domínio de todos os fonemas. Conta histórias com perfeição. Usa tempos verbais, compreende ordens complexas.
Fique atento!
         Caso perceba que isso não está acontecendo com o desenvolvimento da linguagem de seu filho, tente observar se ele apresenta os sinais citados abaixo:
  • A criança não se assusta com sons fortes.
  • Ela não procura localizar a fonte sonora de som, por exemplo voltando a cabeça na direção da pessoa que esta falando. Um bebê com 5 ou 6 meses de idade com audição normal, tentará, normalmente, localizar a fonte do som.
  • A criança, de um modo geral, precisa de um volume de som mais alto para poder escutar. Costuma-se sentar muito próximo da televisão ou aumenta o volume do som. Diz “o que” com muita freqüência quando falam com ela e parece não reagir quando a chamam.
  • A criança mexe, freqüentemente, nos ouvidos, o que poderá ser um indício de pressão ou de infecção no ouvido.
  • Não reage normalmente aos sons e por volta dos 6 meses de idade não reage quando a chamam pelo nome.
  • Por volta dos 12 meses de idade a criança não entende instruções simples, tais como “vai buscar a bola e traz ao papai” se não estiver olhando diretamente para o pai e para os movimentos do seu corpo.
  • A criança retrai-se do contato social e reage, eventualmente, com agressividade. Poderão ser manifestações da frustração que sente por causa dos constantes mal-entendidos que são uma conseqüência da perda de audição.
  • É freqüente a criança entender errado as indicações que lhe são dadas verbalmente.

        
       Esses sinais podem ser um indicativo de que a audição do seu filho não está num perfeito estado, podendo haver alguma alteração.
        Nesse caso, é necessário procurar um fonoaudiólogo, pois ele é um profissional capaz de orientar os pais em relação aos exames que devem ser feitos para que haja um diagnóstico o mais rápido possível. A partir disto se inicia a fase de intervenção, como uso de aparelhos auditivos, implante coclear e terapia fonoaudiológica – o que proporcionará um bom desenvolvimento da audição do bebê, se refletindo na sua saúde e desenvolvimento geral.
        Independentemente de seu filho apresentar um problema auditivo, é bom estar sempre atento ao desenvolvimento da linguagem -  pois, aos 4 anos, ele não deve mais apresentar trocas, distorções ou omissões de sons na fala. Caso isso ocorra, procure ajuda profissional. Há terapias apropriadas a cada caso, realizadas por meio de "exercícios" e outros métodos simples que ajudarão a criança corrigir os problemas apresentados gradativamente.
        Mas lembre-se: quanto mais cedo, melhor!


Por: Sylvia de Almeida Prado Bauer
Fonoaudióloga, especialista em Audiologia Clínica pela UNIMEP. Atua em audilogia adultos (Hospital Foccus -V.Mariana/SP); Triagem Auditiva Neonatal (Maternidade de Campinas); Terapia fonoaud. (atend. domiciliar); Escolas de Ed. Infantil.
E-mail: bauersylvia@yahoo.com.br

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Ai que soninho...zzzz

O sono é uma das necessidades básicas mais importante do ser humano. E para o bebê ela é fundamental para o seu pleno desenvolvimento.
Durante o sono o cérebro continua se desenvolvendo. Bebês que dormem bem ficam mais alertas, se desenvolvem melhor, aprendem mais e ficam bem humorados e com mais disposição.
Já os bebês que não tem um sono tranqüilo e regular têm mais dificuldade para relaxarem, caindo no sono após muita luta, chegando à exaustão, tendo uma qualidade de sono ruim.
Bebês que não dormem bem ficam mal-humorados, estressados e podem ter seu desenvolvimento prejudicado. Tendem a ser mais dispersos e irritadiços. Alguns bebês têm mais facilidade para relaxarem e pegarem no sono sozinhos, mas têm alguns que precisam da nossa ajuda para relaxarem e dormir.
Respeitando os horários das sonecas e da hora de dormir, mantendo o mesmo ritual todas às vezes, você vai ajudá-lo a ter uma qualidade de sono melhor. Por isso é importante observar bem o bebê para saber se ele já está ficando cansado e precisando dormir um pouco.

Segue algumas dicas das manifestações dos bebês para que você possa identifica-las com mais facilidade.

Os sinais do sono:


  • Quando o bebê conquista o controle da cabeça: o bebê afasta o rosto dos objetos e das pessoas, como se estivesse tentando bloquear o mundo. Se estiver no colo, enterra o rosto no seu peito. Ele faz movimentos involuntários, sacudindo os braços e as pernas.
  • Quando o bebê conquista o controle dos membros: esfrega os olhos, puxa as orelhas ou arranha o próprio rosto.
  • Quando bebê começa a conquistar a mobilidade: perde a coordenação e o interesse pelos brinquedos. Se estiver no colo, arqueia as costas e inclina o corpo para trás. No berço, ele se acomoda em um dos cantos e encaixa a cabeça ali ou, então, rola para um lado e fica parado, porque não sabe rolar de volta.
  • Quando o bebê já consegue engatinhar e/ou andar: a coordenação é o primeiro aspecto a desaparecer quando o bebê está cansado. Se tenta ficar em pé, ele cai; se estiver andando, tropeça ou bate nas coisas. Ele já adquiriu total controle sobre o corpo, por isso prende-se a um adulto que está tentando colocá-lo no chão. Ele fica em pé no berço, mas depois não consegue sentar-se, a menos que caia, o que freqüentemente acontece.

Os três estágios do sono:

Os bebês passam por três estágios a cada período de sono. Todo o processo geralmente demora cerca de vinte minutos:

Estágio 1: o bebê não sabe dizer “eu estou cansado”, mas o demonstra claramente bocejando e exibindo outros sinais de fadiga. Ao terceiro bocejo, coloque-o para dormir. Se você perder essa oportunidade, ele começará a chorar, em vez de passar para o próximo estágio.

Estágio 2: nessa etapa, o bebê exibe um olhar fixo e concentrado (olhando pro nada), que dura cerca de três a quatro minutos. Os olhos dele estão abertos, mas, na realidade, ele não está vendo nada.

Estágio 3: o relaxamento. Agora o bebê se parece com uma pessoa que cochila no trem: ele fecha os olhos e a cabeça pende para frente ou para os lados. Quando parece ter adormecido, os olhos se abrem repentinamente e a cabeça pende para trás, sacudindo todo o corpo. Então, ele fecha os olhos de novo e repete o processo por cerca de três ou cinco minutos e finalmente mergulha no mundo dos sonhos.

Assim, você poderá ajudá-lo na hora certa, sem passar do ponto ou sem perder o ponto!

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